sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Piratas do Caribe - A Ilha de Ouro - Capítulo 2

   Logo depois do terrível naufrágio, Jack desperta agitado e olha para o céu, que está limpo e bonito. Repentinamente, fecha as suas mãos e sente um punhado de areia, sinal de que está em terra firme. Feliz, direciona o olhar para o que está segurando e percebe que o tal está reluzindo. A ficha enfim cai quando se dá conta de que não é areia o que está em suas mãos e sim... Pó do mais puro ouro!
   O pirata se levanta cambaleando e, assim que recupera o equilíbrio, olha ao seu redor. Um sorriso de orelha a orelha brota em seus lábios assim que vê que tudo naquela ilha é feito de ouro. As pedras, as árvores, a areia e todo o resto. "Isso deve ser real, não deve ser o Paraíso. Aposto que, se estivesse mesmo morto, estaria no Inferno!" pensa.  Encontra Gibbs caído a três metros de onde está. Jack corre naquela direção e joga água do mar no gordinho, fazendo-o acordar assustado e rolar um pouco pela praia.
   - O que foi? O que foi? - o amigo grita eufórico, quando consegue se manter parado e avista Jack.
   - Acalme-se, Gibbs! Estamos vivos!
   - Onde estamos? - retorna a indagar.
   - Na Ilha de Ouro!
   Ambos resolvem explorar a ilha e eles adentram a floresta de havia ali. Ficam tão encantados  com os animais e plantas dourados, que acabam por baixar a guarda. São surpreendidos por nativos de cor dourada, camuflados perfeitamente no ambiente.
   Milhões de homens reluzentes apontam lanças e flechas para eles, prontos para um ataque. Perante tal cena, Gibbs se ajoelha e levanta os braços, um sinal claro de rendição. Porém, isso não é  do feitio de Jack. Diferente do companheiro. ele desembainha sua arma, que sobreviveu ao naufrágio, e atira. Um dos nativos cai morto e é possível ver que o seu sangue também é dourado. Todos os outros ficam, por um segundo, em silêncio.
   De repente, os atacantes se ajoelham aos pés de Jack, pedindo clemência. Um deles se levanta e grita "Ximbabu!". Logo, todos repetem em coro e levam Jack e Gibbs até um enorme portão, empurrando-nos sem chegar a apontar suas armas para eles. O é todo encrustado de pedras de safira e esconde e protege a grandiosa e extremamente preciosa cidade de "Eldorado".
   Ao entrarem na cidade, todos os habitantes observam curiosos os recém-chegados. Estranhavam suas cores e roupas. Da mesma forma, Jack e Gibbs fitavam os rostos novos e suas moradias. As roupas que as pessoas vestem são simples, no entanto são várias, uma colocada por cima da outra. Todas as casas são brilhantes e parecidas e, no fim da rua principal, há um grande templo.
   Eles são encaminhados até lá e sobem a longa escadaria. São tratados a todo o tempo com respeito e temor, não como prisioneiros. Dentro do templo há um grande salão. As paredes são enfeitadas com desenhos bem trabalhados e pedras preciosas para dar o colorido. Um trono é o único móvel do espaço, no qual fazem Jack se sentar.
   - Akitá, Ximbabu, Patú! - um homem fala para todos. Depois disso, os nativos ficam de joelho, enquanto chamam por "Akitá! Akitá!". No instante seguinte, um homem altivo e com roupas coloridas e brincos pesados entra no salão.
   - Akitá! - um cidadão diz, apontado para o recém-chegado - Ximbabu! - refere-se à Jack - Patú - olhando para Gibbs.
   - Patú?! - Gibbs retruca, estranhando o seu "apelido" - Será que não tinha um nominho melhor para mim, não? O de Jack é bem melhor que o meu... - resmunga, todavia ninguém lhe dá atenção.
   Akitá sai por um porta, que dá para uma sacada. Uma multidão está abaixo dela e os componentes gritam depois que Akitá diz coisas na sua língua estranha. O jeito como fala e os povo o respeita deixa claro que ele é o líder entre eles.
   - Esse Akitá deve ser o rei! Mas por que eu é que estou no trono? - pergunta Jack, mas não obtêm resposta alguma.
   O tempo vai passando e os dois forasteiros permanecem naquele lugar, sendo tratados como deuses importantes. Recebem os melhores pratos de comida (e não havia nada que podia deixar Gibbs mais contente), vestem as melhores vestes e dormem nas melhores camas. Jack sempre senta-se no trono que agora é seu e recebe comida na boca.
   Diariamente, algum cidadão é enviado para o templo e tenta falar com ele, que nada entende. Até que, certo dia, um homem magricela, com roupas que lhe cobrem todo o corpo e também são grandes demais, adentra o salão. No mesmo instante que lhe observa o rosto parcialmente escondido pelo chapéu, Jack o reconhece.
   - Angélica! O que está fazendo aqui e por quê está vestida como homem? - pergunta, surpreso pela visita justamente dela.
   - Achou que eu estava naquela ilha em que você me deixou para morrer? - a mulher disfarçada retorque, ignorando a última pergunta do questionador - Pergunte como eu sobrevivi. Pergunte!
   - Então, como sobreviveu? - indaga, sem outra alternativa. Só que, como não é de ser deixado para trás em questão de ser irônico, completa: - Amarrou os pés em tartarugas marinhas, que te trouxeram até aqui, até mim?!
   - Uma onda forte trouxe um navio até onde eu estava. Me vesti com essa roupa de homem e fui a bordo. Maldito seja aquele que inventou que mulher a bordo traz má sorte! Quando os piratas descobriram que sou uma mulher, me jogaram para fora, num bote! Depois disso, eu passei por uma tempestade, cheguei aqui e fui acolhida como igual. - narra, sem se deixar levar pelo jogo de provocações do pirata.
   - História legal! - Jack diz, sarcástico, e ri - Agora, pode me explicar o que está fazendo se ajoelhando para mim e tal?
   - Ora, mas não é óbvio? Eles acham que você é Ximbabu, o Deus do Vulcão! Ouvi dizer que você matou um com uma bola de fogo... Era uma arma, não é?
   - Sim, só que isso não vem ao caso - fala Gibbs, que estava o tempo todo ouvindo calado - O importante é: Quem é Patú?
   - O Deus da Fumaça, fiel ajudante de Ximbabu!
   - Ajudante... - repete o gordinho, entristecido.
   Jack olha para Angélica, que está cada vez mais bela e raivosa. Ela sorri sadicamente e tenta lhe dar um tapa forte no rosto, entretanto ele segura o braço dela para impedir. Por causa disso, a manga da blusa dela cai um pouco e ele consegue ver que o braço de sua "amada" está dourado e reluzente...

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Piratas do Caribe - A Ilha de Ouro - Capítulo 1

   Para entender melhor a história é preciso ter visto o filme "Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas"



   Após alguns anos, Jack Sparrow, o famoso pirata com uma incrível habilidade para fugas, consegue retirar o Pérola Negra da garrafa amaldiçoada do capitão Barba Negra. Ele e Gibbs reúnem uma incrível tripulação e, logo, todos rumam em direção à ilha da bebida e da diversão: "Tortuga", o lugar sonhado por todos os piratas. O clima está ótimo e favorável à navegação, então eles seguem com uma tranquilidade que chega a ser estranha para as suas vidas sempre perturbadoramente agitadas.
   - Ah! Como é bom estar de volta ao mar, não é? - fala Gibbs, grande amigo de Jack, enquanto limpa o convés. Ele respira profundamente, provando daquele adorável cheiro de água salgada que tanto gostava de sentir.
   - Muito bom! E, assim que nós chegarmos a Tortuga, teremos a melhor noite de nossas vidas! - responde entre um gole do viciante rum e uma mordida na sua maçã quase podre.
   - Capitão Sparrow! - chama um homem magro, sujo e com aparência cansada. Sua barba está grande e embaraçada, abaixo dos seus olhos castanhos há enormes olheiras e suas vestes estão imundas e esfarrapadas. É bem visível que trabalha no pior e mais trabalhoso posto do navio - Minha equipe e eu estamos trabalhando há dias, sem quase nenhum descanso, e tudo o que nós temos para comer é um pouco de farinha. Por favor, poderia nos dar um pouco das suas frutas? - suplica, com um olhar de dar pena. Mas uma pena mesmo é que Jack não seja capaz de sentir tal sentimento, a não ser se for para ter dó de si mesmo.
   - Hum...  - Jack olha para sua maçã quase completamente roída e, com um olhar de superioridade, joga o resto para o senhor. O alimento rola pelo chão e para aos pés descalços do homem. Por um segundo, é visível a indignação nos olhos deste, entretanto ele logo esconde o que sente, a fim de não deixar de ganhar o favor de seu capitão - Aí está! Satisfeito?! - continua o capitão Sparrow, para que o outro entendesse o recado e parasse de lhe importunar. Sua última pergunta está carregada de ironia.
   - Eu imploro... Eu estou vendo que atrás de você há um barril repleto de frutas!
   - Bom... - replica -  No barril está escrito "pertence ao capitão". Você é o capitão?
   - Mas, por fa...
   - VOCÊ É O CAPITÃO?! - grita com uma fúria repentina e assustadora.
   - Não, senhor... - se vê sem alternativas e acaba por responder, obediente.
   - Então, não posso te dar essas frutas. Seria roubo!!!
   - Mas você é o capitão! - consta.
   - Eu sou. É mesmo... - pensa e surpreende a todos que observavam calados à discussão: - Então... VOLTE AO TRABALHO E SÓ PARE QUANDO COMEÇAR A CHORAR SANGUE!
   O tripulante sai e volta, entristecido, ao seu posto no navio. Conta para sua equipe o ocorrido e todos mostram em seus traços a raiva e descrença sobre aquilo que acabara de acontecer. Olham para Jack, que, de longe, acena sadicamente com um sorriso maldoso.

   A noite vem e Jack vai para a sua cabine. Lá, se prepara para dormir, quando alguém bate incessantemente em sua porta. Ainda completamente vestido, o capitão se dirige até ela tranquilamente e, quando a abre, Gibbs puxa-o para fora, enquanto tira a camisa e grita bem alto:
   - GIBBS! - como se fosse um personagem esquisito, porém divertido, de alguma série norte-americana sobre uma garota que tem um "web show". Depois ele corre para o topo do navio, levando o espectador de estranha cena junto consigo.
   - O que está acontecendo? - pergunta o nosso herói, que não entendia a atitude completamente fora do normal do amigo, tanto por chamá-lo no meio da noite quanto pelo grito e arrancada de camisa.
   - Um motim, Jack! - responde o gorducho, como se não tivesse se comportado de forma meio doida há alguns segundos - Nós temos que chegar aos botes e sair logo daqui!
   Eles quase chegam até lá, contudo, são interceptados por uma legião de tripulantes. Estes brandem suas espadas e as apontam, ameaçadoramente, para os dois fugitivos. Jack tenta pegar a sua espada na bainha, mas o mártir é mais ligeiro e, por pouco, não atravessa o coração do ex-capitão, que consegue desviar a tempo. Como se fosse uma lei, assim que um deles tenta atacar, todos também iniciam suas tentativas. Dessa vez, Jack pega a sua espada e mata um dos tripulantes, atingindo-o brutalmente no pescoço. O sangue que escorre pelo chão serve de incentivo para um ataque mais forte dos companheiros daquele que caiu morto.
   A guerra começa entre aqueles piratas, no entanto, do nada, o navio balança fortemente. Parece uma tempestade chegando, todavia é um poderoso maremoto. Daqueles de não deixar um único sobrevivente para contar a história.
   - PAREM! - ordena um dos revolucionários, sua voz se sobressaindo em meio às várias vozes assustadas com o balanço repentino do Pérola Negra - O motim nos tirou da rota! Nós estamos na Baía dos Ventos!
   Perante tal dizer, todos param de lutar, deixando suas armas caírem, e começam a tremer de agonia ou ficarem pálidos de medo. Haviam histórias terríveis sobre aquele ponto do oceano. Ninguém sabe direito o que há por ali, pois ninguém nunca passa por essa região e sai vivo. Os ventos cortantes e arrebatadores e as ondas de vários metros não permitem isso, derrubam a qualquer um.
   Mais que rapidamente, Jack pega o timão e tenta desviar o trajeto que estavam tomando. A operação não é bem sucedida. Infelizmente, o mar é mais forte, fazendo o navio subir aos céus e girar no alto. Antes, o altivo e temido Pérola Negra não tinha nada de vulnerável. Entretanto, naquele momento, mais parecia com brinquedo de criança diante da agressividade das ondas.
   O vento parte-o ao meio e vários tripulantes berram de pavor, enquanto caem no redemoinho fundo que foi criado logo abaixo de um furacão. O navio é afundado pelo impacto com uma onda tão grande que ninguém tem como imaginar de onde veio tanta água.
   O mais rápido que podem, Gibbs e Jack nadam para tentar sobreviver, assim como muitos outros homens. Alguns pedaços de madeira, os ventos e a perda de forças diante do ataque da natureza atrapalham a tentativa de sobrevivência dos dois piratas vítimas do motim. Contudo, o pior empecilho é uma onda que os faz rodopiar, deixando-os totalmente desorientados e desnorteados e sem mais fôlego e esperanças para continuarem lutando para não afundarem, como a maioria dos tripulantes do navio. Por fim, a falta de ar os deixa inconscientes...

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Oi!!!!!!!!!!!

Oi, eu sou a Clara e essa é Rafaela. Esse blog é para o nosso trabalho de redação e precisamos que vocês entrem para comentar, senão... iremos repetir de ano... por favor VISUALIZEM! e... é meu aniversário....