Para entender melhor a história é preciso ter visto o filme "Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas"
Após alguns anos, Jack Sparrow, o famoso pirata com uma incrível habilidade para fugas, consegue retirar o Pérola Negra da garrafa amaldiçoada do capitão Barba Negra. Ele e Gibbs reúnem uma incrível tripulação e, logo, todos rumam em direção à ilha da bebida e da diversão: "Tortuga", o lugar sonhado por todos os piratas. O clima está ótimo e favorável à navegação, então eles seguem com uma tranquilidade que chega a ser estranha para as suas vidas sempre perturbadoramente agitadas.
- Ah! Como é bom estar de volta ao mar, não é? - fala Gibbs, grande amigo de Jack, enquanto limpa o convés. Ele respira profundamente, provando daquele adorável cheiro de água salgada que tanto gostava de sentir.
- Muito bom! E, assim que nós chegarmos a Tortuga, teremos a melhor noite de nossas vidas! - responde entre um gole do viciante rum e uma mordida na sua maçã quase podre.
- Capitão Sparrow! - chama um homem magro, sujo e com aparência cansada. Sua barba está grande e embaraçada, abaixo dos seus olhos castanhos há enormes olheiras e suas vestes estão imundas e esfarrapadas. É bem visível que trabalha no pior e mais trabalhoso posto do navio - Minha equipe e eu estamos trabalhando há dias, sem quase nenhum descanso, e tudo o que nós temos para comer é um pouco de farinha. Por favor, poderia nos dar um pouco das suas frutas? - suplica, com um olhar de dar pena. Mas uma pena mesmo é que Jack não seja capaz de sentir tal sentimento, a não ser se for para ter dó de si mesmo.
- Hum... - Jack olha para sua maçã quase completamente roída e, com um olhar de superioridade, joga o resto para o senhor. O alimento rola pelo chão e para aos pés descalços do homem. Por um segundo, é visível a indignação nos olhos deste, entretanto ele logo esconde o que sente, a fim de não deixar de ganhar o favor de seu capitão - Aí está! Satisfeito?! - continua o capitão Sparrow, para que o outro entendesse o recado e parasse de lhe importunar. Sua última pergunta está carregada de ironia.
- Eu imploro... Eu estou vendo que atrás de você há um barril repleto de frutas!
- Bom... - replica - No barril está escrito "pertence ao capitão". Você é o capitão?
- Mas, por fa...
- VOCÊ É O CAPITÃO?! - grita com uma fúria repentina e assustadora.
- Não, senhor... - se vê sem alternativas e acaba por responder, obediente.
- Então, não posso te dar essas frutas. Seria roubo!!!
- Mas você é o capitão! - consta.
- Eu sou. É mesmo... - pensa e surpreende a todos que observavam calados à discussão: - Então... VOLTE AO TRABALHO E SÓ PARE QUANDO COMEÇAR A CHORAR SANGUE!
O tripulante sai e volta, entristecido, ao seu posto no navio. Conta para sua equipe o ocorrido e todos mostram em seus traços a raiva e descrença sobre aquilo que acabara de acontecer. Olham para Jack, que, de longe, acena sadicamente com um sorriso maldoso.
A noite vem e Jack vai para a sua cabine. Lá, se prepara para dormir, quando alguém bate incessantemente em sua porta. Ainda completamente vestido, o capitão se dirige até ela tranquilamente e, quando a abre, Gibbs puxa-o para fora, enquanto tira a camisa e grita bem alto:
- GIBBS! - como se fosse um personagem esquisito, porém divertido, de alguma série norte-americana sobre uma garota que tem um "web show". Depois ele corre para o topo do navio, levando o espectador de estranha cena junto consigo.
- O que está acontecendo? - pergunta o nosso herói, que não entendia a atitude completamente fora do normal do amigo, tanto por chamá-lo no meio da noite quanto pelo grito e arrancada de camisa.
- Um motim, Jack! - responde o gorducho, como se não tivesse se comportado de forma meio doida há alguns segundos - Nós temos que chegar aos botes e sair logo daqui!
Eles quase chegam até lá, contudo, são interceptados por uma legião de tripulantes. Estes brandem suas espadas e as apontam, ameaçadoramente, para os dois fugitivos. Jack tenta pegar a sua espada na bainha, mas o mártir é mais ligeiro e, por pouco, não atravessa o coração do ex-capitão, que consegue desviar a tempo. Como se fosse uma lei, assim que um deles tenta atacar, todos também iniciam suas tentativas. Dessa vez, Jack pega a sua espada e mata um dos tripulantes, atingindo-o brutalmente no pescoço. O sangue que escorre pelo chão serve de incentivo para um ataque mais forte dos companheiros daquele que caiu morto.
A guerra começa entre aqueles piratas, no entanto, do nada, o navio balança fortemente. Parece uma tempestade chegando, todavia é um poderoso maremoto. Daqueles de não deixar um único sobrevivente para contar a história.
- PAREM! - ordena um dos revolucionários, sua voz se sobressaindo em meio às várias vozes assustadas com o balanço repentino do Pérola Negra - O motim nos tirou da rota! Nós estamos na Baía dos Ventos!
Perante tal dizer, todos param de lutar, deixando suas armas caírem, e começam a tremer de agonia ou ficarem pálidos de medo. Haviam histórias terríveis sobre aquele ponto do oceano. Ninguém sabe direito o que há por ali, pois ninguém nunca passa por essa região e sai vivo. Os ventos cortantes e arrebatadores e as ondas de vários metros não permitem isso, derrubam a qualquer um.
Mais que rapidamente, Jack pega o timão e tenta desviar o trajeto que estavam tomando. A operação não é bem sucedida. Infelizmente, o mar é mais forte, fazendo o navio subir aos céus e girar no alto. Antes, o altivo e temido Pérola Negra não tinha nada de vulnerável. Entretanto, naquele momento, mais parecia com brinquedo de criança diante da agressividade das ondas.
O vento parte-o ao meio e vários tripulantes berram de pavor, enquanto caem no redemoinho fundo que foi criado logo abaixo de um furacão. O navio é afundado pelo impacto com uma onda tão grande que ninguém tem como imaginar de onde veio tanta água.
O mais rápido que podem, Gibbs e Jack nadam para tentar sobreviver, assim como muitos outros homens. Alguns pedaços de madeira, os ventos e a perda de forças diante do ataque da natureza atrapalham a tentativa de sobrevivência dos dois piratas vítimas do motim. Contudo, o pior empecilho é uma onda que os faz rodopiar, deixando-os totalmente desorientados e desnorteados e sem mais fôlego e esperanças para continuarem lutando para não afundarem, como a maioria dos tripulantes do navio. Por fim, a falta de ar os deixa inconscientes...
Muito legal o blog,bem criativo!!!Gostei muito,faça mais fanfics!!!
ResponderExcluirSucesso =D
Obrigada ^^ O segundo capítulo da fanfiction já foi postado. Vai lá dar um olhada!
ExcluirBeijos XD
oi gente!A história ta bem legal por favor visitem meu blog que também é de redação http://contosinfernaisfanfic.blogspot.com.br/
ResponderExcluirObrigada. Vi o seu blog. Está muito legal. Parabéns!
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